A importância da ética e da responsabilidade
individual e social de todo ser humano, em um mundo integrado pela rede
digital, onde o design e o videogame têm forte influência, e estão
envolvidos, de forma direta e indireta com a falta de ética também
nestas profissões.
Defendo a
abordagem antropofágica
como proposta de marca para o game design brasileiro, e argumento que jogos tipicamente brasileiros
devem conter, preferencialmente, uma jogabilidade
diferenciada, seguida de uma história ou roteiro peculiares.
Questões importantes e atuais como gênero, infância, aprendizado não intencional, relações humanas, e outros são tratados de maneira singela, fluída, e deliciosa de ler, através da experiência pessoal da autora, pela lente do videogame. (RT)
A International Game Developers Association, acaba de inaugurar o seu Chapter São Paulo. A IGDA é uma associação internacional que visa organizar informações vitais para um melhor desenvolvimento dessa área, o que torna esse momento muito importante para o Brasil.
O centro boêmio de São Paulo, recebe o seu primeiro boardgame cafe: uma
casa preparada para receber num ambiente acolhedor, o público jogador e
não-jogador, de jogos de tabuleiro, nacionais e importados.
O fórum da Comunidade Gamecultura é de uma qualidade impressionante, e é óbvio que ele reflete a qualidade da comunidade. Muito pouca gente (ainda), mas tópicos com discussões e dicas de altíssima qualidade, e gente muito disposta a ajudar os outros.
As
fronteiras do design têm se
tornado cada vez mais tênues, embora sempre existam
diferenciais em cada área. Este texto busca explorar algumas
hipóteses que permitam identificar similaridades e diferenças entre as
áreas tradicionais do design e o design de games.
A professora Filomena Moita analisa o currículo implícito nos games, ou seja, a produção de
saberes, habilidades, competências,
valores, atitudes e comportamentos,
mediatizados por esses artefatos,...