“Sim, pois tão subitamente quanto nasce a massa também se desintegra. Nessa sua forma espontânea, ela é uma construção delicada. Seu caráter aberto, que lhe possibilita o crescimento, representa-lhe também um perigo. A massa traz sempre vivo em si um pressentimento da desintegração que a ameaça e da qual busca escapar através da desintegração que a ameaça e da qual busca escapar através do rápido crescimento. Enquanto pode, ela absorve tudo; uma vez, porém, que tudo absorve, tem ela também de, necessariamente desintegrar-se.” (15)
Aquilo, porém, com que ela conta muito especialmente é a repetição. Graças à perspectiva de voltar a reunir-se, a massa sempre se ilude quanto a sua dissolução. O edifício espera por ela, existe por sua causa, e, enquanto ele existir, as pessoas voltarão a reunir-se de modo semelhante. Mesmo na maré baixa, o espaço lhes pertence, e, vazio, ele lembra a época da cheia.” (16)
Repetição em Canetti bate muito com a idéia de imitação em Tarde, e a forma de desintegração e reintegração da massa em momentos históricos distintos (ainda que seja apenas questão de minutos) compara-se com o movimento de ondas de repetição e inovação. via IguanaWeb
Nada pertenceu em maior medida a uma pessoa do que aquilo que se transformou em seu excremento. A pressão constante sob a qual se encontra a presa transformada em comida, durante todo o longo tempo em que peregrina pelo corpo; sua dissolução e a íntima conexão que estabelece com aquele que digere; o completo e definitivo desaparecimento primeiramente de todas as funções, depois de todas as formas que um dia compuseram a sua existência; a sua equiparação ou assimilação ao corpo já existente desse que a digere - tudo isso pode ser muito bem visto como o fenômeno mais central, ainda que mais recôndito também do poder. Trata-se de um fenômeno tão óbvio, automático e tão além de todo o consciente, que se lhe subestima o significado.
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Elias Canetti, p209
We do not lack communication. On the contrary, we have too much of it. We lack creation. We lack resistance to the present. (Deleuze and Guattari, What Is Philosophy? (London: Verso, 1994): 108)
Michael Hardt and Antonio Negri have claimed (in Empire) that the age of globalisation is the age of 'universal contagion' (Hardt and Negri, 2000: 136). Whilst such a statement may smack a little of rhetorical overload (after all, if everyone is infected, a contagion simply burns itself out), it does capture something of the dynamics and the danger which resistance to the present require, a becoming-microbe perhaps. It has been argued that more than any other factor it was the plague of Athens which brought about the decline of Greece, that Genghis Khan and his mongol hordes, in their incessant movements between Europe and Asia rendered the continent permeable to the eventual transmission of the plague, and that influenza and other humble endemic infections were responsible for the decimation of millions upon millions of Amerindians subsequent to the discovery of the New World by Columbus. People living under the conditions of an epidemic are, according to Canetti 'like participants in a battle which lasts longer than all known battles. But the enemy is hidden; he is nowhere to be seen and cannot be hit. One can only wait to be hit by him' (Canetti, 1962: 319). [Leia Mais]
Linux vai superar Windows em empresas até o fim da década, diz Gartner
SÃO PAULO - O sistema operacional de código aberto Linux vai ultrapassar o Windows, da Microsoft, em sistemas corporativos de missão crítica - aqueles que não podem parar, como as redes de bancos, por exemplo - antes do final desta década.
A previsão é dos analistas do Gartner Group, que acreditam na rapidez da velocidade com que o sistema de plataforma aberta irá evoluir nas aplicações corporativas. "Hoje ainda há um intervalo em funcionalidade (entre os dois sistemas), mas o Linux avança muito mais rapidamente", afirmou Donald Feinberg, vice-presidente e analista emérito do Gartner, em encontro com a imprensa. Leia mais em Linux vai superar Windows em empresas até o fim da década, diz Gartner - 23/08/2005 - Valor Online
O diário virtual, entretanto, não é privilégio apenas de alunos mais crescidos. Os pequeninos do Colégio Bialik, em Pinheiros, já entram no mundo dos blogs logo na 1ª série do Ensino Fundamental. Os baixinhos de 6 e 7 anos usam a ferramenta para complementar o processo de alfabetização.
'Não é um substituto para as aulas normais em classe. É uma forma de estimulá-los a escrever. Eles adoram quando os coleguinhas de sala lêem seus posts e fazem comentários', conta o professor David Benadiba. Nos textos que produzem, os blogueiros mirins contam desde a história de um dente que acabou de cair até sobre um amigo que encontram na rua. Escolas se abrem para mundo digital
Ainda com problemas de estouro da banda. Deletei todos os meus wakkas que pareciam uma casa de spammers. Nossa! encontrei tanta besteira pendurada que não tive outra alternativa... deletei toda a base de dados. Logo, os bookmarks e projetos estão fora do ar por tempo indeterminado.
Estou tentando trabalhar no paradigma do conhecimento livre faz algum tempo. Fico tranquilo em saber que tudo que tenho feito está disponível na rede, seja em modo texto, em ações individuais ou coletivas. Tá tudo online para quem quiser checar. Esse novo paradigma só funciona com a colaboração entre pessoas, ou na máxima da gentileza gerando gentileza.
No entanto, tenho tido alguns revéses significativos. Sabe, aquele velho papo de coiotes que sugam todas as idéias e depois repentinamente aparecem com um projeto semelhante. Usando aquilo que você falou; coisas que os coiotes não tinham a menor idéia... pois é, ser colaborativo, muitas vezes, é ser trouxa.
É fato que ainda temos muito o que trabalhar para agenciar coletivamente um novo enunciado para o trabalho colaborativo. Nem sempre podemos contar com as pessoas que nos são próximas, ou mesmo daqueles que trocamos idéias mais sinceras. Não quero falar em confiança ou desconfiança, pois essa dicotomia nos remete ao modo de produção capitalista. Creio que numa operação pirata os nós se relacionam livremente; as pessoas se enclavam em zonas de poder. E, nessas zonas pode-se alterar (ou não) o percurso. Mas isso não me parece suficiente. Porque esse tipo de ação é a contradição do sistema e, dessa forma, o sistema se retroalimenta. Não é possível revolucionar apenas com a ocupação dos espaços. Faz-se necessária a retomada do agenciamento coletivo. As mudanças e tranformações efetivas acontecem no plano da imanência.
Una Reciente Historia de la Cybercultura de los 90'tas
La imagen del internet como Zona Autónoma Temporal atrajo un cierto tipo de jóvenes y creativos productores de contenido que no tenían una posición segura dentro de la industria regular de los media. Este difuso grupo tenia un fuerte interés en el diseño de interfaces y comprendían su histórica misión de pavimentar el camino, con la esperanza de cobrar mas adelante en el proceso. Sin ningún sistema de pago, pequeño ancho de banda, y una pequeña audiencia, la idea de "libertad" fue una de las atracciones principales para envolverse en el asunto. Libertad definida de una manera como autonomía que cambiaba constantemente de una agenda post-izquierda de cambio social, criticando las nociones de revolución, una versión reformista de una largo marzo (Long March?) a través de las instituciones (en este caso un viejo medio de transmisión) y de otra como la agenda hippie sin ley que puede ser dejada de lado por la sociedad, el estado y sus reglas. Leia mais em Ecologia Digital - Una Reciente Historia de la Cybercultura de los 90'tas
Os blogs são a resposta dada pelos usuários das novas tecnologias de publicação online à necessidade de representação da experiência, esprimida entre a assepsia da informação dos jornais, cada vez mais repetitivos e previsíveis no espelhamento da miséria do mundo, e o caráter técnico e especializado da literatura, cada vez mais divorciada da vivência cotidiana dos sujeitos. Então a tese básica seria essa: algo ainda não representado na experiência ganha acesso à escrita através dos blogs. O Biscoito Fino e a Massa
O teórico da mídia Geert Lovink é um dos co-fundadores da Nettime e do festival de mídia tática Next Five Minutes. Doutor pela Universidade de Melbourne, é ativista de mídia e crítico de internet, foi editor da revista Mediamatic e ajudou a organizar fóruns e conferências como Fiberculture, digitalcity.nl e Ars Eletronica. No dia 24, às 19h30, Lovink participa de debate com Giselle Beiguelman, Marcus Bastos, Priscila Arantes, Guilherme Kujawski e Rejane Cantoni. A mesa, que acontece no auditório do CCE-PUC-SP (Rua Marquês de Paranaguá, 111) é aberta ao público.
Eu não estava muito contente com a performance do Abiword. Tudo bem, vocês vão dizer... use o openoffice. Pois é, o openoffice é legal. Mas é muito pesado. Acho um pouco demorado. O abiword é levinho. Rápido e rasteiro. Os caras do gnome já estão anunciando timidamente o pacote Gnome Office, que além do abiword tem o gnumeric e o planner. Bem, estava com uma versão desatualizada... 2.2.7 que faz parte dos pacotes do debian sarge. O Goya me disse que o dele estava funfando legal. É 2.2.8... unstable. Então, mudei o source.list do apt-get para baixar os pacotes unstables. Beleza! Depois de um monte de bugs o meu computador se encontrou com o equilibrio. Não! nem tanto. A tecla (/?) não estava funcionando. Saco!
Dei uma pesquisada e encontrei num fórum um colaborador que dizia ter o mesmo problema (ele usa Kde, eu uso Gnome). Solução: migrar o xfree para o xorg. Mandei, então, um apt-get install xserver -xorg e voilá!!!?????