| Uma Minhoca EvoluÃda |
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| Escrito por Arthur Protasio | |
| Qua, 29 de Outubro de 2008 21:35 | |
Prova
da existência do Verme da Mongólia não há, mas é um mito presente em livros,
histórias ou filmes. Agora, direto de um filme de terror classe B, você tem a
oportunidade de controlar esse ser misterioso do Deserto de Gobi em Death Worm, um jogo que não é o atual
ícone da cena independente, mas merece destaque.
Jack Swift, o criador de Death Worm, admite ter se inspirado nessas fontes e gostado da idéia de utilizar uma gigantesca minhoca carnívora como elemento principal de um jogo. Inclusive, o primeiro passo em termos de desenvolvimento foi a criação de um engine (motor) que permitisse a estrutura do corpo da minhoca e que a mesma pulasse para fora da terra.
Apesar de fazer uso de uma simples mecânica, aproveitada de maneira prática e divertida, o jogo pode ser tornar viciante quando disputado por uma maior pontuação. Death Worm lembra o conhecido jogo de celulares Snake. Contudo, em vez de controlar uma "cobra" (que na realidade era apenas uma série de pixels negros), o jogador assume o papel de uma minhoca vermelha e gigante que habita as profundezas do deserto e devora tanto animais como pessoas. Usando as setas do teclado, por definição padrão, o jogador direciona a minhoca enquanto controla sua velocidade e transita por uma área 2D dividida na metade entre a superfície e o subsolo. A lógica é de fácil compreensão: Quanto mais se come, mais pontos se ganha e mais inimigos surgem para investigar e defender o território. Se você comer muitos animais, alguns humanos virão defender a área, mas se você comer estes também, mais humanos virão, dessa vez armados com metralhadoras, minas terrestres e outras surpresas. O grau de dificuldade apenas aumenta e eventualmente você chegará a conclusão que é apenas uma questão de tempo até morrer. Eis o desafio, sobreviver o máximo possível para garantir a potuação mais alta. É a ideologia da competição arcade e do high score.
Desenvolvido no software Game Maker e
com código fonte disponível para qualquer um, Death Worm
já foi alvo de uma modificação que permite um modo cooperativo para dois
jogadores, no qual cada um controla uma minhoca diferente, uma vermelha e outra
verde. Quando perguntei a respeito ao Swift, ele respondeu já ter
jogado e gostado muito da modificação. No entanto, também afirmou que
desenvolver o jogo, mesmo que para um jogador apenas, não foi fácil. O projeto
demorou vários meses até ser concluído e passou por várias fases de ajuste e
polimento. Além disso, foi necessário programar vários elementos por meio da
linguagem (de programação) do Game Maker. Para a completude do projeto,
contudo, Jack ressalta que alguns elementos foram essenciais. Primeiramente, -
sem implicar em qualquer hierarquia de importância - as ferramentas usadas que
foram todas baixadas gratuitamente na internet, incluindo os manuais de instrução Game Maker. Em segundo lugar, o
apoio da comunidade Game Maker, especialmente nos fóruns, que lhe permitiu
aprender muito da linguagem. Seguem os links, divirtam-se! Death Worm no Game Maker Forum Arthur Protasio é estudante de Direito na PUC-Rio e aspira ser Roteirista e Designer de Games. Quando não está escrevendo literatura ficcional, como contos, crônicas e poesias, está jogando. Procure pela gamertag calelogan na Live.
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| Última atualização em Ter, 13 de Janeiro de 2009 06:04 |
















Prova
da existência do 








